domingo, 9 de setembro de 2018

Siglas e Abreviaturas - PADRONIZADAS DE A a Z (Parte 4)

D


D- Direito
DA- Descendente Anterior
DAC- Doença Arterial Coronariana
DB- Descompressão Brusca
Dbm- Dobutamina
DBP- Displasia Broncopulmonar
DC- Débito Cardíaco
DD- Decúbito Dorsal
DDAVP- Acetato de Desmopressina
DDE- Decúbito Dorsal Elevado
DDH- Decúbito Dorsal Horizontal
DEA- Desfibrilador Elétrico Automático
Depo2- Dependência De Oxigênio
Dg - Diagonal
DHEG- Doença Hipertensiva Específica da Gestação
DHL- Desidrogenase Láctica
DI- Diabetes Insípidos
DIP- Doença Inflamatória Pélvica
DIU - Dispositivo Intra - Uterino
dl- Decilitro
DL- Decúbito lateral
DL- Duplo Lúmen
DLD- Decúbito Lateral Direito
DLE- Decúbito Lateral Esquerdo
DLP- Dislipidemia
DM - Diabetes Mellitus
DMH- Doença da Membrana Hialina
DMID- Diabetes Mellitus Insulínico Dependente
DMNID- Diabetes Mellitus Não Insulínico Dependente
DMOS- Disfunção de Múltiplos Órgãos e Sistemas
DNA- Ácido Desoxirribonucléico
DNPM- Desenvolvimento Neuropsicomotor
DNV- Distúrbio Neurovegetativo
DP- Derrame Pleural
DP- Diálise Peritoneal
DPI- Diálise Peritoneal Intermitente
DPOC- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
DPT- Difteria–Coqueluche–Tétano
DRGE- Doença do Refluxo Gastroesofágico
DRP- Desconforto Respiratório Precoce
DST- Doença Sexualmente Transmissível
DT- Dreno de Tórax
DTM- Distúrbio Temporomandibular
DU- Dinâmica Uterina
DUM- Data da Última Menstruação
DV- Decúbito Ventral
DVE- Derivação Ventricular Externa
DVP- Derivação Ventrículo Peritoneal



Siglas e Abreviaturas - PADRONIZADAS DE A a Z (Parte 3)

C


Ca- Cálcio
CA- Câncer
CaCu- Câncer de Colo Uterino
CAD- Cetoacidose Diabética
CaEp- Câncer Epidermóide
Cai- Cálcio Iônico
Cal- Calorias
CaM- Câncer de Mama
CaO- Câncer de Ovário
CAP- Cateter Artéria Pulmonar
CaP- Câncer de Próstata
CAPD–Diálise peritoneal ambulatória continua
Caps- Cápsula
CAT- Cateterismo
CAU - Cateter Arterial Umbilical
CAV- Comunicação Atrioventricular
CAVH - Hemofiltração Arteriovenosa Contínua
CAVHD- Hemodiálise Arteriovenosa Contínua
CBC- Carcinoma de Base Celular
CBP- Cirrose Biliar Primária
CC- Centro Cirúrgico
Cça- Criança
CCG- Cuidados e Controles Gerais
CCIH- Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
CCPD - Diálise Peritoneal Cíclica Contínua
CD- Coronária Direita
CDI- Carcinoma Ductal Infiltrante
CE- Corpo Estranho
CEC- Circulação Extracorpórea
CED- Curetagem Endocervical
CEP- Colangite Esclerosante Primária
CGV- Concentrado de glóbulos vermelhos
CH- Carcinoma Hepático
CH- Concentrado Hemácias (ou CH)
CHAAE- Corado, Hidratado, Anictérico, Acianótico, Afebril e Eupneico
CHAAE- Corado, Hidratado, Anictérico, Acianótico, Afebril e Eupneico
CHCM- Concentração de HCM
CI- Capacidade Inspiratória
CIA- Comunicação Intra-Arterial
CICR- Clearance Creatinina
CID - Coagulopatia Intravascular Disseminada
CID- Carcinoma Intraductal
CIS - Carcinoma In situ
CIV- Comunicação Intraventricular
CIVD- Coagulação Intravascular Disseminada
CKM- Creatinofosfoquinase massa
Cl- Cloro
cm- Centímetro
cm3- Centímetro cúbico
CMP - Cervicite Mucopurulenta
CNE - Cateter Nasoentérico
CNG - Cateter Nasogástrico
CO- Centro Obstétrico / Monóxido de Carbono
CO2- Gás Carbônico
Cod- Código
Conc- Concentrado
Cor- Corado
COT- Cânula Orotraqueal
cp- Comprimido
CPAP- Continuous Pressure Airway Positive - Pressão Contínua Positiva das Vias Aéreas
CPK- Creatinofosfoquinase
CPRE- Colangiopancreatografia retrógada endoscópica
CPT- Capacidade Pulmonar total
Cr- Creatinina
CRF- Capacidade Residual funcional
CT- Tomografia Computadorizada
CTG- Cardiotocografia
CV- Capacidade Vital
CVA- Cateter Vesical de Alívio
CVC- Cateter Venoso Central
CVD - Cateter Vesical Demora
CVE- Cardioversão Elétrica
CVF- Capacidade Vital Forçada
CVU- Cateter venoso umbilical
CVVH - Hemofiltração Venovenosa Contínua
CVVHD - Hemodiálise Venovenosa Contínua

sábado, 8 de setembro de 2018

Siglas e Abreviaturas - PADRONIZADAS DE A a Z (Parte 2)

B


B1- Tiamina
B12- Cianocobalamina
B2- Riboflavina
B3- Niacina
B6- Piridoxina
BAAR- Bacilo Álcool-Ácido Resistente
BANF- Bulhas Arrítmicas Normo Fonética
BAVT- Bloqueio Atrioventricular Total
BCE- Broncoespasmo
BCF- Batimento Cárdio-Fetal
BCG- Vacina Contra Tuberculose
BCP- Broncopneumonia
BD- Bilirrubina Direta
BEG- Bom Estado Geral
BH- Balanço Hídrico
bHCG b- Gonadotrofina Coriônica Humana
BHP- Biópsia Hepática Percutânea
BI- Bilirrubina Indireta
BIA- Balão Intra Aórtico
BIC- Bomba de Infusão Contínua
BIO- Biópsia Intra-operatória
BMO- Biópsia de Medula Óssea
BNP- Peptídeo Natriurético Atrial
Bpm- Batimentos Por Minuto
BQL- Bronquiolite
BRD- Bloqueio De Ramo Direito
BRE- Bloqueio De Ramo Esquerdo
BRNF a 2T- Bulhas Rítmicas Normo Fonética em Dois Tempos
BRNF- Bulhas Rítmicas Normo Fonética
BT- Bilirrubina Total
BTB- Biópsia Transbronqueal
BTF- Bilirrubina T + F
Bx- Biópsia

Siglas e Abreviaturas - PADRONIZADAS DE A a Z (Parte 1)

A


A- gera.- Anestesia Geral
A/E- A esclarecer
AA- Aminoácidos
AAP- Amputação Abdominoperineal
AAS- Ácido Acetilsalicílico (Aspirina)
ABD- Água Bi Destilada
Abs- Abscesso
Ac- Adenocarcinoma
AC- Ausculta Cardíaca
Aço- Acetilcolina
ACM- A critério médico
ACT- Angioplastia
ACTH- Hormônio Adrenocorticotrófico
ACTP- Angioplastia Coronária Transluminar Percutânea
ACV- Ausculta Cardiovascular
AD - Átrio Direito
AD- Água Destilada
ADA ou AEA- Acrômio Direita Anterior ou Esquerda Anterior
ADH - Hormônio Antidiurético
ADP ou AEP- Acrômio Direita Posterior ou Esquerda Posterior
AE- Átrio Esquerdo
AEM - Auto Exame de Mama
AF- Água Filtrada 
AIDS/HIV- Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
AINE- Anti-Inflamatório Não-Esteróide
AINH- Anti-Inflamatório Não-Hormonal
AIT ou TIA- Ataque Isquêmico Transitório (Cerebral)
ALR- Anestesia Loco- regional
Alt- Altura
AMIU- Aspiração Manual Intra Uterina
Amp- Ampola
AngioCT- Angiotomografia computadorizada
AO- Aorta.
AO/CD- Aorta-Coronária Direita.
AO/DA- Aorta-Descendente Anterior.
AOE- Abertura Ocular Espontânea
AOP- Avaliação Dos Pacientes
AP- Ausculta Pulmonar
AP- Angioplastia Prévia
APJ- Artroplastia Parcial de Joelho
APQ- Artroplastia Parcial de Quadril
ATB- Anti- microbiano
ATB- Antibiograma
ATB- Antibiótico
ATJ- Artroplastia Total de Joelho
ATM - Articulação Temporomandibular
ATQ- Artroplastia Total de Quadril
AV- Átrio ventricular
AVC / AVE- Acidente Vascular Cerebral/ Encefálico
AVI- Acidente Vascular Isquêmico
AVCH / AVEH- Acidente Vascular Cerebral/ Encefálico Hemorrágico
AVCI / AVEI- Acidente Vascular Cerebral/ Encefálico Isquêmico
AVCI- Acidente Vascular Cerebral Isquêmico.
AVCIH- Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Hemorrágico.
AVD- Átrio Ventricular Direito.
AVE- Átrio Ventricular Esquerdo.
AVP- Acesso Venoso Periférico
AZT- Zidovudina

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Urina

A urina é constituída por 95% de água, onde toxinas, uréia, sais minerais (cloro, magnésio, potássio, cálcio, sódio etc) que formam os outros 5% estão dissolvidos. É um líquido translúcido de cor amarelo claro produzido pelos rins, mais especificamente nos néfrons que são pequenas estruturas que filtram o sangue e retiram dele os componentes que irão dar origem a urina. Existem mais ou menos cerca de 1 a 4 milhões de néfrons em cada rim funcionando alternadamente. 



Estrutura do néfron:
Fonte: Faculdade Salesiana de Vitória

Existem três etapas que são necessárias para que o néfron seja capaz de produzir urina:

Filtração

É a primeira etapa que ocorre quando o sangue passa pelos rins, a diferença de pressão faz com que as substâncias saiam dos vasos do glomérulo e passem pela cápsula de bowman formando o filtrado glomerular que é rico em glicose, sais, uréia, nutrientes e outras substâncias, entretanto é pobre em proteína, por este motivo torna-se importante que ocorra a reabsorção.

Reabsorção

Além do glomérulo e da cápsula de bowman o néfron também possui um longo tubo, que recebe diferentes nomes dependendo de sua região, a função desse tubo retorcido é a de reabsorver o excesso de água presente no filtrado glomerular assim como outras substâncias. O papel da reabsorção é recuperar as moléculas que foram filtradas e que são essenciais ao organismo e que devem retornar para a circulação, este processo acontece no túbulo proximal do néfron, cerca de 99% do filtrado glomerular é reabsorvido.

Secreção

A secreção é a eliminação da urina nos túbulos coletores que formarão as pirâmides de Malpighi, o papel da secreção é remover as moléculas que não são filtradas. Algumas substâncias: potássio, íons de hidrogênio, amônia, medicamentos e macromoléculas além de filtradas são secretadas dos capilares em direção ao túbulo renal. A secreção de hidrogênio se torna importante para que assim se evite a acidez do sangue. No final do túbulo renal a urina já está formada, compondo 95% de água, 2% de uréia, 1% de cloreto de sódio e 2% de produtos nitrogenados.

Após a realização destes três processos a urina está formada e pronta para ser eliminada, sendo armazenada na bexiga, a excreção acontece quando a urina é eliminada do corpo através da micção. Habitualmente a urina é de cor amarelada, no entanto pode haver alteração no tom amarelo de acordo com a quantidade de água presente na mesma. A urina pode apresentar coloração atípica, situações como o consumo de corante, medicações ou doenças sistêmicas podem contribuir para que a urina mude sua cor por completo.

Fonte: Imagem da internet
Alguns termos técnicos:

  • Glicosúria: é a presença de glucose na urina e aparece sobretudo no diabetes mellitus;
  • Hematúria: é a presença de sangue na urina, podendo ser sinal de problemas como:infecção urinária,litíase urinária,glomerulonefrite,neoplasia (cancros da bexiga, douréter, dos rins ou da próstata);
  • Bacteriúria: é a presença de bactérias na urina;
  • Piúria: é a presença de pus na urina;
  • Proteinúria: é a presença de proteínas na urina, como é costume observar-se nos casos de glomerulonefrite, infecção do trato urinário, intoxicações, diabetes e outras.
Fontes:

http://www.biomedicinapadrao.com.br/2013/12/entendendo-o-que-e-filtracao-reabsorcao.html

http://www.infoescola.com/anatomia-humana/nefron/

http://www.aulasniap.com.br/static/media/resumos/sistemaurinario.pdf

http://blogdoenem.com.br/biologia-enem-urina/

http://www.mdsaude.com/2008/10/urina-colorida.html

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Trombose Venosa Profunda

A Trombose Venosa Profunda (TVP), conhecida como flebite ou tromboflebite profunda é a formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias (vasos sanguíneos que levam o sangue de volta ao coração) as veias normalmente acometidas são as dos membros inferiores.
Esta patologia acomete com mais frequência em pessoas portadoras de certas condições predisponentes como o uso de anticoncepcionais, tabagismo, tratamento hormonal, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, tumores malignos, história prévia de trombose venosa e obesidade.

Fonte: Revista Saúde (2017)


Os sinais e sintomas mais comuns da TVP são inchaço e dor mas em sua maioria é assintomática, sendo assim seus sintomas apresentam variações, indo desde os sinais e sintomas  clássicos até os clinicamente assintomáticos.
Sinais e sintomas:
  • Dor que se inicia de forma repentina e vai piorando progressivamente;
  • Dor ao toque;
  • Eczemas;
  • Aumento da temperatura local;
  • Rubor;
  • Edema;
  • Cor da pele mais escura;
  • Rigidez da musculatura onde se formou o trombo;
  • Veias dilatadas na perna afetada.
Outras situações também podem causar o desenvolvimento da trombose, são elas: infecções graves, cirurgias de médio e grande porte, a fase final da gestação e o puerpério ou qualquer outra situação na qual se tenha uma imobilização prolongada (paralisias, viagens aéreas longas, infarto agudo do miocárdio, idade avançada e pacientes com anormalidade genética do sistema de coagulação). A TVP na fase aguda pode ser de extrema gravidade, podendo ocasionar embolia pulmonar muitas das vezes fatais.
Os especialistas que podem diagnosticar a trombose são:
  • Clínico Geral;
  • Cirurgião Vascular;
  • Angiologista.
Na fase crônica após dois a quatro anos, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que ao cicatrizarem, podem levar a um mal funcionamento dos vasos sanguíneos afetados. Como foi mencionado, na maioria das vezes a TVP é assintomática e seu diagnóstico clínico é difícil. Alguns exames podem ser solicitados para se obter o diagnóstico de TVP, são eles:
  • Ultrassonografia: Este exame é utilizado com o intuito de identificar os locais onde possa ter coagulação sanguínea);
  • Exame de sangue: Usado para verificar substâncias na corrente sanguínea que possam facilitar a coagulação;
  • Venografia: Durante a realização deste exame é injetado uma solução com corante nas veias a fim de que se possa identificar os locais onde se tenham coagulação. Existem métodos menos invasivos de resultados iguais e eficientes para o diagnóstico da TVP, portanto este método é pouco utilizado;
  • Tomografia e Ressonância Magnética: Estes exames de imagem também são boas opções pois com base nestes exames é possível identificar coagulações, são reservados para casos de embolia pulmonar;
  • Eco Doppler (Ultrassom vascular): O Eco Color Doppler é o exame mais utilizado para se obter o diagnóstico da TVP, pois ele usa a tecnologia do ultrassom para ter imagens mais precisas das veias de uma forma não invasiva.
Seu tratamento é feito com substâncias anticoagulantes que impedem a evolução da trombose e destroem o trombo, em outras situações o tratamento da TVP pode ser feito na própria residência do paciente, fazendo uso de heparinas de baixo peso molecular. É importante ressaltar que a TVP tem cura quando detectada e que o paciente deve seguir a risca o tratamento e fazer o uso corretamente dos medicamentos.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Crânio

O crânio é constituído de 22 ossos, sendo 8 ossos cranianos e 14 faciais. É uma estrutura rígida, cartilaginosa ou óssea que se encontra localizada na porção anterior em relação à coluna vertebral, sua função é proteger e armazenar o encéfalo, além de proporcionar fixação aos músculos da face e da boca.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.













Indicação: Parada cardíaca, FV/TV sem pulso, AESP, assistolia. Pode ser utilizada em infusão contínua como suporte hemodinâmico. Bradicard...